Pós-punk, poesia marginal e algo mais em BH para depois dos anos 80
Desculpe-nos, mas este tópico acaba de ser fechado para novas respostas.
Pois é, Karla, claro que o Dolabela tá sabendo, mas conheço o cara e nesta ele não entra, mesmo... Pena, pois tem muito material e muito o que dizer.
O problema com a poesia marginal eh que a maioria eh ilegivel,a comecar pelas minhas.

E por falar em poesia marginal, a efeméride agora é a de 30 anos da revista-jornal-grupo poético performático Cemflores, em 1978, momento fundador da coisa em nosso meio. Foi da Cemflores, inicialmente patrocinada pelo DCE-UFMG, e editada pelo Dolabela, que nos anos 80 surgiram as vertentes musicais Sexo Explícito, Divergência Socialista, e O Último Número.
Jair, estivemos uma vez lá, com o "Pé-de-moleque", junto com a Rita Espeschit, a Sandra, minha irmã, o João Carlos Firpe Penna. Mas tenho uma aflição danada dessa rememoração...não obstante, estou aqui, repassada. Um abraço...e, a própósito, seus poemas não eram pequenos, não.
Alícia
Jair Tadeu da Fonseca said:E por falar em poesia marginal, a efeméride agora é a de 30 anos da revista-jornal-grupo poético performático Cemflores, em 1978, momento fundador da coisa em nosso meio. Foi da Cemflores, inicialmente patrocinada pelo DCE-UFMG, e editada pelo Dolabela, que nos anos 80 surgiram as vertentes musicais Sexo Explícito, Divergência Socialista, e O Último Número.
A Palavra
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A palavra
muda,caida
enquanto simbolo
vazia
Triste
Avenidas,passaro
B-R-I-S-A
sem C-A-M-I-S-A
Aih,essa eh a prova que poesia marginal eh uma bosta.Fiz esse 'poema' aih agora.
Bem Marginal,bem bostal.
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