BHUnderground

Pós-punk, poesia marginal e algo mais em BH para depois dos anos 80

quantas maneiras existem de contar uma história em curso? 8 ou 80? a idéia é criar um tópico pra sugestões de como o Lucas e o Minelli podem contar essa história. palpites. aproveitem que a gente pode ler e desconsiderar todos...rs...

Tags: documentário, palpites

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Respostas a este tópico

Acontece que no meio da TRediopólis, Greta Garbo, após filmar Rainha Cristina, veio aqui descansar... Pouca gente sabe desse episódio...

Chico de Paula said:
na província, reino nada distante da hipocrisia, nada se procria. como é dado aos bardos e descentendes de baco e ogum, nas terras do minério, da farra vieram o som, a poesia e a inquietação. e quem se mexe sai do lugar. nem que seja pra ir pra um outro mais calmo e tranquilo, como a Inglaterra. de lá pra cá, do que se guardou, pouco se esqueceu. hoje, experiência não falta mais, decepção se tornou um conceito amplo, e o vazio tomou conta do lugar...daí, bla bla bla bla sem vírgula ou pontuação...

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Reparando minha gritaria: Respeito e admiro quem faz. Nunca neguei. Sempre falei bem (e as vezes falei bem demais, e tomei ferradas de outrens...) até de curadores que me tesouraram (ou até chuparam o conteúdo). Malho respaudadamente atitudes picaretas.
Ponto.
Assim foram os anos 80?
Faca nas costas de quem fazia?
... E ainda faz...
Só a panela não sabe disso. Mas afirmo que o tempo vai dar sua nota.
Tenho a impressão que esse "underground" não é isso aí.

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Bosta! Gritei de novo...
É a dose baixa do ansiolítico que eu peço pro cara aumentar e ele não aumenta...

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Grita!

é uma faca..........rs...rs..........abçs

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Rosangela Sampaio said:
Acontece que no meio da TRediopólis, Greta Garbo, após filmar Rainha Cristina, veio aqui descansar... Pouca gente sabe desse episódio...

Chico de Paula said:
na província, reino nada distante da hipocrisia, nada se procria. como é dado aos bardos e descentendes de baco e ogum, nas terras do minério, da farra vieram o som, a poesia e a inquietação. e quem se mexe sai do lugar. nem que seja pra ir pra um outro mais calmo e tranquilo, como a Inglaterra. de lá pra cá, do que se guardou, pouco se esqueceu. hoje, experiência não falta mais, decepção se tornou um conceito amplo, e o vazio tomou conta do lugar...daí, bla bla bla bla sem vírgula ou pontuação...

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Diziam por aí que a década de 80 foi uma década perdida. Não foi, não. Que eu me lembre, foi um tempo de muita liberdade espiritual. Não a liberdade consentida, mas a liberdade exercida sem pedir permissão. Festas, farras, sexo, criação, drogas recreativas, bossa nova e rock and roll. A década foi perdida para o mercado e os mercadores. Já os anos noventa foi um período de inflexão, de revertério. A caretice e o apelo desbragado pelo consumo, a mercantilização e institucionalização da arte, a formação de grupos de interesses duvidosos, as leis de incentivo à cultura e ao marketing empresarial, a publicidade, tudo isso e mais alguma coisa quase destruiu a espontaneidade e o furor criativo de antes. Quase. O fim dos anos 00 do século XXI antecipa, a meu ver, uma alforria, uma nova chance de expressão das diversidades artísticas e políticas. Não é mais uma questão de potência. É uma questão de vontade e coragem.

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