BHUnderground

Pós-punk, poesia marginal e algo mais em BH para depois dos anos 80

As belas artes do DCE Cultural já cumpriram seu papel. BH precisa do DCE de novo. De novo!
O hall do babyork, para canjas e galinhas, jazz sons bailes anos 50, 60, 70, 80, 2010 e daí pro diante.
Hora de retomar o espaço pruma cultura mais dinâmica.
Usicultura pode bancar outros espaços, e liberar esse lugar pra criação e o remelexo.
O DCE tem que voltar a ser resistência no comprexu cultural da praça da libeudadi.

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Respostas a este tópico

Valeu, Geléia!

Loucuras como aquelas não sei se serão possíveis novamente. Imaginar um lugar em BH80's que abrigava tanta "D ver Cidade" cultural é algo que paasa longe da imaginação contemporânea. Digo isso sem traços de sudosismo. Imagine um lugar que misturava punk rock e free jazz, Eri gomes e "Gravura Brasileira no DCE". Nunca vi nada igual!

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Com certeza gente! Mesmo pq a estudantina merece ter um laboratório pra fazer coisas acontecerem, deixar os fazedores se apresentarem ali nos palcos, galeria, salas ...É aprendizado pra lá de curricular.

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É verdade, o DCE abriu mão de ter um espaço importante como aquele, que teve tanta influência no cenário cultural de Belo Horizonte, o primeiro a apostar de verdade na música popular que pretendia ir além do horizonte do banal, com Itamar Assumpção, ou os novos grupos do rock praticado por aqui, como Legião, Ira!, Sepultura etc. Se é para ir além dos muros, não se pode dispensar o DCE Cultural. Tá na hora de pensar em um plano para os estudantes retomarem o controle daquele espaço, de maneira planejada, para que a cidade não perca um cinema e ganhe um novo centro cultural.

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Loucuras como aquelas não serão mais possíveis, mas que novas loucuras tenham lugar - né não camarada?

César said:
Valeu, Geléia!

Loucuras como aquelas não sei se serão possíveis novamente. Imaginar um lugar em BH80's que abrigava tanta "D ver Cidade" cultural é algo que paasa longe da imaginação contemporânea. Digo isso sem traços de sudosismo. Imagine um lugar que misturava punk rock e free jazz, Eri gomes e "Gravura Brasileira no DCE". Nunca vi nada igual!

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É isso, laboratório curtural!

Paulo Brito said:
Com certeza gente! Mesmo pq a estudantina merece ter um laboratório pra fazer coisas acontecerem, deixar os fazedores se apresentarem ali nos palcos, galeria, salas ...É aprendizado pra lá de curricular.

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Olá Leo,

Bom te ver por aqui!

Mais do que o espaço, acho falta hoje um movimento político-cultural como aquele que criamos no começo dos 80. Se houvesse esse movimento, os espaços apareceriam, seriam inventados ou reinventados. Só vejo hoje a galera do hip-hop conseguindo fazer alguma coisa

Vamos lembrar também que, quando a ONDA ganhou a eleição, o DCE Cultural estava às moscas há um tempão e que, depois da ZAP, aconteceu pouca coisa também. Por isso, não desgostei da transformação em salas de cinema. Melhor do que o abandono.

Quem sabe o bhoitentas não reabre a possibilidade para novos movimentos político-culturais?

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Léo,
como o Cesar, também não desgosto dos cinemas, mas ainda assim, acho que a estratégia de utilização do espaço DCE Cultural como Cine Belas Artes já deu o que tinha que dar, cumpriu seu papel de mudar a cena da exibição cinematográfica em BH, deve ter rendido algum retorno para os que o ocupa(ra)m, de forma consequente (deve-se reconhecer), mas pode receber uma outra dimensão, abrir uma outra janela agora, mesmo que isto importe na necessidade de uma cogestão com a própria universidade ou com algum projeto que possa ser profissionalizado ou continuado (pelo menos por algum tempo - sem direito a renovação do período, para isso não significar privatização), e para não deixar que o espaço volte às moscas como se sucedeu inúmeras vezes com o DCE, entre algumas épocas de boas safras.
Então sou pela mudança, mas isso não depende mais de nós, que já não somos mais estudantes da UFMG, né?
Mas vale a cutucada.
Abraço,
Gustavo

Leo Vidigal said:
É verdade, o DCE abriu mão de ter um espaço importante como aquele, que teve tanta influência no cenário cultural de Belo Horizonte, o primeiro a apostar de verdade na música popular que pretendia ir além do horizonte do banal, com Itamar Assumpção, ou os novos grupos do rock praticado por aqui, como Legião, Ira!, Sepultura etc. Se é para ir além dos muros, não se pode dispensar o DCE Cultural. Tá na hora de pensar em um plano para os estudantes retomarem o controle daquele espaço, de maneira planejada, para que a cidade não perca um cinema e ganhe um novo centro cultural.

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Geléia geral, meu velho! Cadê a moçada pra agitar aquilo de novo?
A praça é do povo, o dc é dos estudantes...
Viva a liberdade! mas o que fazer com ela?

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gELÉIA MEU CARO, TÔ COM SAUDADES DE SUA RISADA, VASQUES.

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Boa pergunta, gato Jair. Não sei não, mas imagino que continua cooptada por alguma tentência que não dá bola para a cultura e que sequer imagina, as 1001 noites que já rolaram na Gonçalves Dias. Quem sabe não fazemos uma intervenção por lá!
Abração,
Gustavo

Jair Tadeu da Fonseca said:
Geléia geral, meu velho! Cadê a moçada pra agitar aquilo de novo?
A praça é do povo, o dc é dos estudantes...
Viva a liberdade! mas o que fazer com ela?

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Que ONDA, que festa de arromba...
Me cortou o coração depois de 20 e tantos anos passar ali e saber que o CULTURAL do DCE, ali jazia.
Muito atento espero que uma nova onda de valores solavanque e acorde!!!

Abçs

César said:
Olá Leo,

Bom te ver por aqui!

Mais do que o espaço, acho falta hoje um movimento político-cultural como aquele que criamos no começo dos 80. Se houvesse esse movimento, os espaços apareceriam, seriam inventados ou reinventados. Só vejo hoje a galera do hip-hop conseguindo fazer alguma coisa

Vamos lembrar também que, quando a ONDA ganhou a eleição, o DCE Cultural estava às moscas há um tempão e que, depois da ZAP, aconteceu pouca coisa também. Por isso, não desgostei da transformação em salas de cinema. Melhor do que o abandono.

Quem sabe o bhoitentas não reabre a possibilidade para novos movimentos político-culturais?

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Gato Jair,
A moçada escafedeu-se - continua ligada em alguma tendência qq. Talvez tenhamos que tomar alguma atitude, se é que podemos exercer a nossa liberdade. O que poderíamos fazer? Se a praça é da Vale, e o dc ñ é dus istudantis, só nós resta...
Abração,
Gustavo

Jair Tadeu da Fonseca said:
Geléia geral, meu velho! Cadê a moçada pra agitar aquilo de novo?
A praça é do povo, o dc é dos estudantes...
Viva a liberdade! mas o que fazer com ela?

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