BHUnderground

Pós-punk, poesia marginal e algo mais em BH para depois dos anos 80

Já que abriram a Caixa de Pandora...

Faz algum tempo ví pela TV (na canal Multishow) uma entrevista com o Skank onde o guitarrista/crooner/mentor intelectual da referida banda choramingava e destilava rancor contra o "pessoal da Fafich" quando se referiu à cena do Rock Bhz nos 80. Juro que não entendí. Que eu me lembre a então banda do Samuel (aliás aluno do Dep. de Psicologia) - Pouso Alto - participou de um evento no pátio da Fafich, num sábado a tarde, onde se apresentou junto com o Sexo Explícito e o "Revolta Urbana" (?) - banda punk do vocalista Roberto Nosso ("...desobediência civil/abaixo o Estado..."). Durante a gestão ONDA do DCE duvido que tenha havido espaço mais democrático e diversificado em BHZ. Jazz, Minas-Jazz, Punk, Pop, Metal... tudo coube naquele teatro. Me lembro perfeitamente das domingueiras heavy com Reyz e Tropa de Choque, Vigore Gom, o Sepultura engatinhando (os Cavalera com uns 14, 15 anos). Não me lembro de nehum momento onde o Pouso Alto tenha nos procurado para qualquer coisa. César e Rodrigo que me corrijam. Se estávamos mais próximos do Sexo Explícito, do Último Número, do Divergência Socialista, d'O Grande AH! era uma questão de opção estético-política. Só pra esclarecer. Que se pronuncie o sr. Samuel Rosa.

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Respostas a este tópico

Eu me lembro desse show. E me lembro tb que o Samuel era muito chatinho. Parecia ansioso todo o tempo, sem paciência pra esperar o momento dele, que, convenhamos, chegou bem mais tarde, no início dos anos 90, pós-Broaday e tal. Tenho viva na memória uma manhã em que fazíamos a calourada da Comunicação (acho que em 86) e havia, num palquinho improvisado na Casa da Vovó, um microfone e uma guitarra. A idéia era que as pessoas, democraticamente, sabendo ou não cantar/tocar, subissem ao palquinho e dessem seu recado. O Samuel subiu e não saiu mais. Pagou nossas orelhas por horas. Fazia pose de rock star, cantava Beatles e um monte de roquinhos anos 50 que a gente, na época, queria mais era esquecer. Bom, o espaço era democrático, como eu disse, e ninguém pediu ao cara pra dar a vez a outro. Até admito que ele mandava muito bem nos vocais e na guitar... Mas foi um pé no saco. A festa esvaziou.

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Eu me lembro de um show deles em cima dum caminhao na Fafich ,com eles tocando "Have you ever seen the rain"dos Credences.Eu prefiria mais a musica deles no lp Roque Forte aquela que dizia :"Vivo de manha e malicia ,sei apro-veitar"...palavras imortais.

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.......dum caminhao eu tambem me lembro.....hahahaahahahahhaahaha (bobeira).

Rubs Trol disse:
Eu me lembro de um show deles em cima dum caminhao na Fafich ,com eles tocando "Have you ever seen the rain"dos Credences.Eu prefiria mais a musica deles no lp Roque Forte aquela que dizia :"Vivo de manha e malicia ,sei apro-veitar"...palavras imortais.

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Putz...e o cara morou no mesmo prédio que eu ...até tipo 1999 eu acho ...rs
mas já o conheci numa época cool dele...no skank e tals
até ganhava ingressos
mto gente fina...

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E ai, Evaldo!! Curioso é que tenho fotos de uma calourada no coleginho, em 86, e uma delas tem uma caixa de som com um lavador de carros cantando... mas não me lembro do Samuel nesse dia... muita gente se "apresentouo"... vou postar as fotos dessa calourada depois... abraços!!

evaldo magalhaes disse:
Eu me lembro desse show. E me lembro tb que o Samuel era muito chatinho. Parecia ansioso todo o tempo, sem paciência pra esperar o momento dele, que, convenhamos, chegou bem mais tarde, no início dos anos 90, pós-Broaday e tal. Tenho viva na memória uma manhã em que fazíamos a calourada da Comunicação (acho que em 86) e havia, num palquinho improvisado na Casa da Vovó, um microfone e uma guitarra. A idéia era que as pessoas, democraticamente, sabendo ou não cantar/tocar, subissem ao palquinho e dessem seu recado. O Samuel subiu e não saiu mais. Pagou nossas orelhas por horas. Fazia pose de rock star, cantava Beatles e um monte de roquinhos anos 50 que a gente, na época, queria mais era esquecer. Bom, o espaço era democrático, como eu disse, e ninguém pediu ao cara pra dar a vez a outro. Até admito que ele mandava muito bem nos vocais e na guitar... Mas foi um pé no saco. A festa esvaziou.

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