Pós-punk, poesia marginal e algo mais em BH para depois dos anos 80
Respondeu 25. Nov, 2008
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Caixa de Recados (20 comentários)
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Abs,
Fábio
essa não é uma idéia de burocrata. kkkk
Isso coisa de gente empreendedora.
Como é que seria essa ecovila? Onde? Qual o objetivo?
Abs,
César
Goleiraço fica por conta da sua bondade, pois não passei de um bom frangueiro! rsrsrsrsrs!
Na PBH tudo está confuso com a eleição do Lacerda. Ainda não sabemos o que de fato virá. Por enquanto, é só especulação.
Tô fora da sala de aula desde 2006, quando deixei o Izabela. Tô na coordenação pedagógica da Escola da Serra e na SMED.
Ser burocrata não é problema. O problema é pensar como burocrata: isso mata!
Morar na roça é a solução!
Abs,
César
Você não era o goleiraço do ameriquinha, junto com o Gelão (onde estará?), Pedrinho e outros mais?
E a Prefeitura? Como anda aquele sindicato? De vez em quando Eleonora me manda notícias suas. Tá dando aula ou tá fora de sala?
Agora tô no Judiciário. Tô na burocracia, mas morando na roça.
Um abraço
sugiro prepararem projeto para os editais que têm rolado com frequência - tipo Petrobrás, Minas Filme, Pontos de Cultura ou BNDES e também para a Lei Rouanet. É bom conhecer as versões de editais anteriores e os tipos de projetos selecionados para adequar da melhor maneira possível o projeto para cada tipo de edital. Uma ida ao Rio, para conversar com as áreas devidas da Ancine, Petrobrás e BNDES poderá ser útil, inclusive no sentido de criar relacionamentos com as pessoas e as instituições. O mesmo valerá em relação a Brasília, para conhecer o pessoal da SAv/MinC e da Secretaria de Projetos Especiais/MinC, que promove o programa dos Pontos de Cultura.
Uma entidade/associação civil já iniciada e em situação regular, e tendo alguma experiência na área cultural, sempre ajuda. Se não tiver, têm que criar e começar alguma coisa. Para exibição há a necessidade de parceria, no sentido de cessão de espaço físico, por tempo determinado ou via comodato, ou ter sede ou terreno próprio para viabilização do projeto. Obviamente, projetos baseados em mídias digitais, serão o caminho mais ágil para tanto. E quem sabe negociarem a extensão de algum festival e oficinas de auviovisual para Lima Duarte...
Outra coisa que pode ajudar é a articulação regional, com grupos de outros municípios, quem sabe até experimentar uma programação compartilhada de TV, via WEB... Em breve tempo, a TV Digital vai abrir perspectivas. Nesse sentido, porque não envolverem Barbacena o o ministro da Comunicação?? Não acho nenhuma brastemp, mas deve ter compromissos com a região.
Abraço,
Gustavo
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